Pedreiro é assassinado à facadas na sala de sua casa

Fotos: Valéria Cuter

Um crime de assassinato foi registrado na noite desta terça-feira (30), por volta das 21 horas, na Rua Virgilio Bártoli, nº 331, na Vila Nova Botucatu, tendo como vítima o pedreiro Benjamin Nunes Siqueira de 48 anos de idade.

Consta que dois elementos chegaram até a casa de Siqueira em um veículo Corsa para cobrar uma dívida de marmitex, o chamaram no portão e começaram a discutir, entrando em luta corporal. Siqueira correu para o interior da casa e teria se apoderado de uma faca e chegou a esfaquear seus agressores que conseguiram dominá-lo dando-lhe quatro facadas. Siqueira caiu no meio da sala de sua casa e morreu. A companheira da vítima estava chegando em casa a presenciou a fuga.

“Eu estava chegando em casa quando ouvi essa confusão toda e duas pessoas correndo e fugindo no carro. Ao chegar na porta da sala vi o Benjamin caído todo ensangüentado. Não deu tempo prá fazer nada”, disse a mulher que se chama Natalina.

Minutos depois do crime a Polícia Militar (PM) foi acionada para comparecer na Rua Salvador Bavia, no Jardim Continental onde um cidadão chamado Moisés Lisboa de Oliveira de 40 anos, estava ferido com duas facadas num veículo Corsa placas DKE-5190, de Botucatu, no corredor da casa onde mora.

Ele confessou a participação no homicídio de Benjamin e foi escoltado à Unesp para receber os cuidados médicos. Através dele a polícia chegou ao nome do terceiro envolvido no homicídio que se chama Kleber, conhecido como Alemão ou Lê, que também estaria ferido, mas não foi localizado.

A mulher de Oliveira revelou que o marido havia chegado em casa gritando que havia sido esfaqueado na barriga, deixando rastro de sangue dentro e fora do carro. “Chamei por socorro e ele foi levado para a Unesp e não sei o estado que está. Meu Deus! Tudo isso por casa de marmita”, lamentou a mulher que pediu para não ter o nome publicado.

A delegada plantonista Simone Alves Firmino Tuono esteve no local do crime e confeccionou o Boletim de Ocorrência (BO) e como é de autoria conhecida o caso será investigado pelos policiais da 2ª Central de Polícia Judiciária para que as causas do crime sejam elucidadas.

Trabalharam neste caso a Guarda Civil Municipal (GCM) com o inspetor Leite e os agentes Santos, Pires e Lima e a Polícia Militar com o tenente Kleber, sargento Eglécia e soldados Oliveira, De Moraes, Trovão, Rocha, Eliete e Bianchi.