Pacientes do Hospital das Clínicas de Botucatu têm celulares furtados; funcionário suspeito é preso em flagrante pela PM

img_6860Os policiais militares, cabo Rosa e soldado Inoue, com apoio do sargento Ronaldo e soldado Heitor, prenderam neste domingo, 25, um funcionário do Hospital das Clínicas de Botucatu, suspeito de ter furtado 3 celulares e um relógio de pacientes durante a manhã. A PM foi acionada, depois que um homem, que teria sido submetido a exame de Raio-X, reclamou que o celular e o relógio havia sumido.

Uma testemunha relatou que um técnico de radiologia foi até o quarto para fazer o procedimento, mas que não havia o pedido de exame para esse paciente. Diante dessas informações, Luciano Granatto Lopes, de 34 anos, foi indagado pelos policiais e negou os fatos, se revoltando com a acusação.

Diante da atitude do homem, ele foi levado ao Plantão Policial, onde o delegado ordenou que o armário dele fosse revistado. De volta ao hospital, em averiguação no armário, os PMs localizaram 3 celulares e o relógio, dois deles de vítimas que haviam reclamado a falta dos aparelhos e o terceiro ainda não se sabe de quem seria.

Luciano disse que é funcionário do HC há 14 anos e confessou o crime. Ele foi autuado em flagrante por furto e o delegado plantonista arbitrou fiança de R$ 3 mil, a qual não foi paga pelo suspeito, que foi levado à cadeia de Itatinga, onde ficou à disposição da Justiça.

Um dos celulares foi devolvido a uma das vítimas, já que a outra pessoa lesada estava passando por cirurgia no momento da ocorrência e será avisada depois do procedimento que o celular foi recuperado. O Acontece Botucatu entrou em contato com o Hospital das Clínicas, que se posicionou sobre o fato através de uma nota enviada por sua assessoria de comunicação.

“A Superintendência do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HCFMB) lamenta profundamente a ocorrência de furto em suas dependências, fato que culminou na prisão do funcionário Luciano Granatto Lopes na tarde de hoje. O HCFMB informa que adotará as providências administrativas e legais pertinentes ao caso”, diz a nota.