Operação da PM apreende armas na Vila São Luis

Fotos: Luiz Fernando

Uma grande operação da Polícia Militar (PM) aconteceu no início da noite desta quinta-feira (1º de Maio) em um estabelecimento comercial (Bar da Jô) na Rua Rodolfo Devidé, região da Vila São Luis. Ação foi desencadeada pelos policiais da Equipe Bravo, com o tenente Bruno, sargento Rosivaldo, cabos Carvalho, Trovão e Fátima e o soldado Alex, com apoio da Força Tática composta pelo sargento Doni e cabos Fernando e Edilton.

Inicialmente os policiais receberam a informações sobre uma ocorrência de disparo de arma de fogo. “Chegando ao local percebemos que o proprietário do bar estava muito nervoso e se mostrou incomodado quando pedimos para fazer uma vistoria na casa anexa. No interior do imóvel encontramos em um cômodo do quarto uma pistola PT .380, municiada com várias cápsulas intactas e três deflagradas e um revólver calibre .38, também municiado, que estava embaixo do cobertor”, relata o tenente Bruno.

No local os policiais foram informados que Jossinei Godoi de Barros, de 44 anos, responsável pelo bar se desentendeu com um freguês chamado Benedito A.R.J. e teria disparado três tiros contra ele. “A gente tinha uma tetra antiga e ele ficou irritado porque eu estava tomando cerveja e tentou me expulsar da padaria. Como eu não saí ele pegou a arma e disparou três tiros em minha direção. Eu corri e, felizmente, nenhum tiro me acertou”, conta Benedito.

Foi verificado do registro das armas e ficou constatado que estavam no nome do pai do acusado, porém ambos estavam vencidos. Diante desse fato o pai também foi encaminhado ao plantão policial onde foi enquadrado no crime de posse ilegal de armas e após pagar uma fiança de R$ 1000,00 foi liberado.

Já o acusado não quis se manifestar, mas segundo o tenente Bruno quando a polícia chegou ao local e perguntou sobre os tiros ele teria alegado que crianças haviam soltado fogos de artifício (bombas) na rua. Encaminhado ao Plantão Permanente, Barros foi autuado em flagrante pela autoridade polícia civil, que ratificou a voz de prisão já dada, anteriormente, pela PM pelos crimes de porte ilegal e disparo de arma de fogo. A testemunha prestou depoimento e foi liberada.