Mulher encontrada carbonizada em carro teria se suicidado

O fato aconteceu na primeira hora desta segunda-feira quando uma testemunha ouviu o barulho de uma explosão e quando saiu para ver o que estava acontecendo visualizou o carro em chamas

 

A Polícia Civil, através da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), que tem o delegado Celso Olindo (foto) como titular esclareceu a um caso registrado como “morte a esclarecer”, quando uma mulher  foi encontrada em um veículo Fiat Uno, na Chácara Florianópolis, região do Jardim Tropical.

O fato aconteceu na primeira hora desta segunda-feira (00h35) quando uma testemunha que reside nas proximidades ouviu o barulho de uma explosão e quando saiu para ver o que estava acontecendo visualizou o carro em chamas e acionou a equipe de resgate do Corpo de Bombeiros. Quando o fogo foi controlado os policiais detectaram que o corpo de uma mulher estava carbonizado no interior do carro, no banco do motorista.

A Polícia Civil foi acionada para fazer um levantamento e iniciar o trabalho investigativo para elucidar o caso e entender o que teria acontecido. Não demorou para que os policiais detectassem a identidade  dessa mulher de 56 anos  e que ela havia cometido suicídio.  A suspeita maior é que teria entrado em seu Fiat e ateado fogo ao próprio corpo, usando gasolina ou álcool.

Como se trata de um caso de suicídio, a foto e a identidade dessa mulher não serão publicadas, por respeito à vítima que estava passando por um problema pessoal e a pedido da família. Ela era bastante comunicativa e conhecida na cidade, mantendo um círculo de amizades nas redes sociais. Em sua última postagem estava vestida de “Mamãe Noel”.

“Estamos aguardando o resultado do laudo pericial da Polícia Técnica Científica, mas não temos dúvidas de que estamos diante de um caso de suicídio. Detectamos que ela vinha passando por problemas pessoais e estava endividada. Encontramos em seus pertences pessoais indícios claros de que ela estava transtornada, com problemas pessoais e isso teria levado a tirar a própria vida”, explicou o delegado Celso Olindo.

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