Homem é encontrado assassinado em casa desabitada

Por volta das 19h25 dessa terça-feira (10) a Guarda Civil Municipal (GCM) com o inspetor Paes e agente Júlio foram acionados para comparecer em uma casa desabitada na Rua José Barbosa de Barros nº 876, região do Jardim Paraíso onde estava o corpo de um homem, brutalmente, assassinado, já em estado de decomposição.

O homem estava de bruços com os pés e mãos amarrados, calça ligeiramente arriada e com um saco plástico enfiado na cabeça. Tinha uma blusa cobrindo seus olhos e uma corda no pescoço indicando ter sido enforcado. O corpo foi descoberto em razão do forte mau cheiro que estava vindo da casa, chegando ? s residências vizinhas.

“Quando aportamos na casa e nos deparamos com o corpo na sala todo amarrado e amordaçado, não tivemos dúvidas de que se tratava de um assassinato e nossa primeira atitude foi preservar o local e acionar a Polícia Civil. O homem estava sem documentos e ao seu lado havia um par de botinas, um par de chinelos e uma marmita plástica. Nas suas costas tinha uma mochila e foi com a corda desta que suas mãos foram amarradas”, revelou o inspetor Paes.

Na sequencia chegou para dar apoio a viatura da Polícia Militar com os policiais Vocci, Carvalho e Alex, assim como a Polícia Técnica Científica e o delegado plantonista Geraldo Pereira de Barros que foi o responsável pela confecção do Boletim de Ocorrência (BO). Após conclusão do trabalho pericial, o corpo do homem foi recolhido pela Funerária Prever e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para a necropsia que irá revelar os reais motivos da morte.

Pela maneira que o cadáver foi encontrado a hipótese mais provável que o assassinato tenha sido cometido por duas ou mais pessoas. “Acreditamos que uma pessoa sozinha teria muita dificuldade para amarrar o corpo dessa forma, mas isso só será esclarecido com a investigação”, colocou o policial militar Vocci.

Como não havia documentos que identificasse o corpo, o primeiro trabalho da equipe especializada da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) será colher dados para descobrir quem era esse cidadão e com quem esteve nos dias que antecederam sua morte.

Fotos: Valéria Cuter