GCM registra mais de 35 mil atendimentos em 2013

O secretário municipal de Segurança e Direito Humanos, delegado Adjair de Campos, se reuniu com o prefeito João Cury Neto para apresentar o relatório com os números de atendimentos realizados pela Guarda Civil Municipal (GCM) de Botucatu durante o ano de 2013. Na oportunidade também estiveram presentes o comandante geral da GCM, Sérgio Luís Bavia; o subcomandante, Weber Plácido Pimentel; e o corregedor Ricardo Quintino Ortiz.

Segundo os dados, obtidos pelo Setor de Inteligência e Estatística da Guarda Civil Municipal (Sieg), a instituição efetuou um total de 35.753 ações durante todo o ano. Elas se dividem em 15.299 de cunho social; 11.450 atendimentos policiais; e 9.004 ações administrativas.

Entre as principais pode-se destacar: 617 ações de patrulhamento ambiental; 773 ações do Programa de Atendimento ? Família e ao Idoso (Pafi); 1.260 mediações de conflitos; 1.295 atividades de patrulhamento escolar; 1.673 averiguações em espaços públicos municipais; 1.861 atendimentos de perturbação do sossego público; 5.872 ações de patrulhamento comunitário; e 6.418 ações do Programa Orientado ao Patrimônio Público (PPOP).

De acordo com o relatório, a GCM registrou ainda 55 casos de flagrante delito; 55 prisões de condenados capturados; e 35 veículos recuperados ou apreendidos provenientes de furto ou roubo. Na Central de Atendimento foram registrados 25,6 mil solicitações de pessoas que precisaram dos serviços da Guarda para orientações, ações comunitárias, entre outros atendimentos emergenciais.

Para o prefeito João Cury Neto, os números apresentados refletem a confiança que a população deposita na GCM de Botucatu. “Temos tido um excelente resultado nos números apresentados pela Guarda. Podemos perceber que há uma média importante de atendimentos, o que demonstra a confiança que a população possui na instituição, pois ? medida que liga ela obtém retorno. Isso é fruto de um trabalho de resgate de credibilidade de uma instituição que voltou a ser hoje uma Guarda de alta respeitabilidade e confiabilidade. Ninguém liga para uma instituição se não acredita nela, principalmente quando se trata de um órgão que está lá para proteger, orientar e acolher a sociedade”, ressalta.