GCM faz resgate de uma coruja “buraqueira” ferida

Atendendo solicitação feita via 199, à guarnição do Grupo de Proteção Ambiental (GPA) da Guarda Civil Municipal (GCM) com o inspetor Carlos e agente Carmelin, se deslocou até a Avenida Dom Lucio, região central da cidade, onde de acordo com informações havia uma ave aparentemente machucada, pois não conseguia voar.

Os agentes confirmaram a veracidade da informação e constataram que se tratava de uma ave da espécie coruja “buraqueira”, sendo ela capturada e encaminhada ao Centro de Medicina e Pesquisa em Animais Silvestres (Cempas)da Unesp de Botucatu onde permaneceu aos cuidados da equipe de médicos veterinários do local para ser tratara e, posteriormente, devolvida à natureza.

Essa espécie de coruja  também chamada coruja-do-campo recebe o nome de "buraqueira" por viver em buracos cavados no solo. Embora seja capaz de cavar seu próprio buraco, prefere os (buracos) abandonados de outros animais, como os dos tatus. É uma coruja terrícola e de hábitos diurnos, embora tenda a evitar o calor do meio-dia.

Ocorre em quase todo o Brasil e chegam a medir até 27 centímetros de comprimento. Vivem, no mínimo, nove anos em habitat selvagem e dez em cativeiro. Coloca geralmente de seis a doze ovos. Costumam viver em campos, pastos, restingas, desertos, planícies, praias e aeroportos.