GCM e DIG fazem a apreensão de 33 quilos de maconha

Na manhã desta quinta-feira (22), um trabalho conjunto entre a Delegacia de Investigações Gerais (DIG), com os investigadores Caio e Afonso e o delegado Geraldo Franco Pires, e Guarda Civil Municipal (GCM) com os agentes Pimentel, Trombaco, Vaz e Rezende, terminou com a prisão em flagrante de uma mulher chamada Luizi Virgínia Sampaio, de 29 anos de idade, que foi enquadrada em crime de tráfico de entorpecentes.

A prisão em flagrante dessa mulher aconteceu em um dos apartamentos do Bloco C-Azul, apartamento 34-B, do conjunto de prédios do CDHU, da Vila Cidade Jardim, que foi invadido pelos policiais civis e agentes munidos de mandado judicial, expedido pela Justiça. A denúncia de que a mulher guardava droga em seu apartamento foi feita, anonimamente, ao telefone 199, da Guarda Municipal.

No interior do apartamento foram apreendidos 23 “tijolos” de maconha prensada, pesando cada um pouco mais de um quilo e três porções menores, totalizando cerca de 33 quilos da droga. Além da maconha, havia no imóvel 200 gramas de cocaína, uma balança de precisão e um bloco de anotações sobre a movimentação do tráfico. A maconha estava dividida em duas mochilas e uma mala, na lavanderia do imóvel.

“O trabalho foi coroado êxito e nos deslocamos até o local, procurando agir com rapidez para evitar aglomeração de pessoas, já que o prédio tem vários andares e um número significativo de moradores. Felizmente, tudo correu dentro do que havíamos previsto e a prisão foi feita impedindo que essa droga fosse distribuída na Cidade”, ressaltou o inspetor Pimentel, da GCM.
Ele salientou que o foco principal era apreensão de armas, mas acabaram localizando a droga. “A informação que a gente tinha era que além da droga o local tinha várias armas ilícitas e era esse nosso foco principal. Surpreendemo-nos ao entrar no apartamento e encontrar essa quantidade de droga em local visível”, declarou o inspetor da GCM.

Para o delegado Geraldo Franco Pires, embora a droga tenha sido apreendida e a mulher presa, as investigações ainda continuam. “Apuramos que a mulher indiciada estava guardando essa droga em seu apartamento para traficantes, mas ela se manteve calada. O trabalho continua, para que outras pessoas que tenham envolvimento com essa droga apreendida sejam identificadas e presas”, revelou Franco Pires. “Acredito que nas próximas horas teremos novidades sobre esse caso. A droga será encaminhada para um local seguro para, futuramente, ser incinerada”, emendou.

A indiciada, que não revelou a quem pertencia a droga com medo de represálias, foi conduzida ao Plantão Permanente e após prestar depoimento, foi enquadrada em crime de tráfico de entorpecentes sendo recolhida ao presídio feminino de Itatinga. Poderá ser condenada a uma pena que varia de 05 a 15 anos de reclusão.

Fotos: Valéria Cuter