Falsos funcionários da CPFL estão agindo na cidade

As Polícias Civil e Militar e Guarda Civil Municipal (GCM), estão alertando a população, de uma maneira geral, sobre estelionatários que estão agindo na cidade fazendo-se passar por funcionários da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). Os marginais batem nas casas, ganham a confiança do morador e subtraem objetos de valor, principalmente, jóias e dinheiro.

Um dos mais recentes casos que foi atendido pelos policiais militares Tuono e Moreno, aconteceu na tarde desta quinta-feira (7) na Rua Nelo Pedretti, Regis da Vila dos Lavradores, tendo como vítima um cidadão de nome Gilio José Fernandes.

A vítima revelou que dois elementos desconhecidos com crachás da CPFL, chegaram até sua casa dizendo que precisavam realizar uma vistoria em razão do consumo de energia da casa estar muito alto.

Eles foram autorizados a entrar na casa e após uma “vistoria”, trocaram uma peça da máquina de lavar, uma do chuveiro e o relógio de força, cobrando pelo “serviço” a quantia de R$ 400,00. Fernandes pegou R$ 2.000,00 que estava guardado no criado-mudo na cabeceira de sua cama, separou a quantia solicitada pelos farsantes e guardou o restante (R$ 1.600,00) no mesmo lugar.

Os marginais, então, pediram que Fernandes fosse examinar o relógio medidor de consumo do lado externo da casa, sendo acompanhado por um dos meliantes. O outro adentrou ao quarto e furtou o dinheiro que havia sido deixado na cabeceira da cama. Somente quando os marginais haviam ido embora é que a vítima deu-se conta de que havia sido lesado e acionou aos policiais.

Por isso as instituições que fazem Segurança Pública da Cidade estão procurando alertar a população, de uma maneira geral, para que não caia nesse golpe que está sendo aplicado por estelionatários. Orientam que quando pessoas se apresentarem como funcionários de empresas prestadoras de serviços como a CPFL ou Sabesp, tomem os devidos cuidados.

As empresas, quando se faz necessário uma vistoria interna ou manutenção em residências, comunicam os moradores com antecedência e os técnicos que executam o serviço, geralmente, estão uniformizados e identificados. Na dúvida a pessoa deve telefonar para a Polícia Militar (190), Civil (197) ou Guarda Municipal (199).

Foto: Valéria Cuter