Defesa Civil autua depósito de ferro velho ilegal

Uma grande movimentação aconteceu na Avenida Milton Aparecido de Oliveira, nº 289, no Jardim Santa Elisa, na tarde desta quarta-feira (28), onde está instalado um depósito de recolhimento de ferro velho e produtos recicláveis, como papel, lata, alumínio, plástico, entre outros. A vizinhança formulou denúncia alegando que o local se transformou em um lixão e estaria atraindo insetos peçonhentos como aranhas e escorpiões e animais como ratos.

Estiveram ao local, que pertence a Osvaldo de Araújo, o coordenador de Defesa Civil do Município, Domingos Chavari Neto, o comandante da Guarda Civil, Sérgio Bavia com vários agentes, o engenheiro da Prefeitura Caio Tavares e os fiscais Luciano Giandoni e Valdir Suman.

Segundo Chavari o problema já vem desde o início do ano, quando o depósito foi notificado sobre a irregularidade, mas nenhuma providência foi tomada pelo proprietário. Depois houve outras três denúncias e mais notificações protocoladas, sem que o problema fosse sanado.

“A primeira providência foi o embargo da obra de uma construção feita pelo engenheiro Caio (Tavares) e a suspensão do funcionamento do depósito até o dia 15 de janeiro do ano que vem, para que a regulamentação para o funcionamento seja feita junto a Prefeitura Municipal”, destacou Chavari, que irá acompanhará o processo.

Segundo o coordenador de Defesa Civil, já foram dadas todas as oportunidades possíveis para que a regulamentação seja feita e este será o último aviso. “Não queremos impedir ninguém de trabalhar, mas o depósito de ferro velho não pode funcionar sem ter a aprovação do Poder Público. O proprietário tem que se adequar e respeitar as normas para não ter problemas com a vizinhança ou com a fiscalização”, orientou Chavari.

Outra medida tomada no local foi fazer o recolhimento de um veículo VW, placas CFQ-1318, que segundo os moradores está estacionado há vários meses na calçada atrapalhando o passeio público suspenso por madeira, sem o motor, rodas traseiras e vidro dianteiro, servindo de criadouro para insetos como o mosquito da dengue e pequenos animais. O proprietário não quis se manifestar sobre a denúncia.

Fotos: Valéria Cuter