Comerciante é acusado de discriminar grávida

Por motivos óbvios os nomes dos envolvidos nessa ocorrência atendida pela Guarda Civil Municipal (GCM) com os agentes Machado e Cristiane, na noite desta quarta-feira, serão mantidos em sigilo até que a situação seja solucionada pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM).

Atendendo solicitação feita via 199 à guarnição se deslocou até a Avenida Dom Lúcio, região central da Cidade, onde em um estabelecimento comercial funcionária e patrão estavam em desentendimento. No local a guarnição foi informada por uma senhora de 24 anos que seu patrão a estava impedindo de trabalhar pelo motivo da mesma estar grávida e que o mesmo queria arrumar um motivo para dispensar seus serviços.

Em sua defesa o patrão relatou que a acusadora está suspensa por ter saído antes do término de seu horário e que isso causou desarmonia entre os outros funcionários. Informou, ainda, que a mesma foi repreendida verbalmente e por escrito. As partes foram orientadas e a mulher informou que em data oportuna ira procurar a DDM para registrar o fato e que irá se orientar com seu advogado.

  

Senhor sem abrigo


Essa mesma guarnição também atendeu a um senhor do Paraná de 51 anos,  que estaria desorientado na Rua Amando de Barros, Centro,  dizendo que  iria pernoitar na rua, pois não possui parentes na cidade e havia se desentendido com sua amásia. Diante dos fatos e devido às baixas temperaturas da noite o mesmo foi conduzido ao Projeto do Centro de Atendimento ao Migrante Itinerante e Mendicância (Camim) para passar a noite.