Comandante da PM orienta munícipes sobre furto a residências

“Em razão das festividades do final de ano, muitas famílias optam por viajar e visitar seus parentes e acabam deixando a casa sozinha facilitando a ação dos marginais. Por isso, é necessário que haja um sincronismo e uma colaboração mútua entre os vizinhos e a polícia para que os crimes de furtos a residências sejam minimizados”.

Este é o conselho dado pelo comandante da 1ª Companhia de Polícia Militar, capitão Semensati, que acumula as funções de comando (até que um oficial seja designado para substituí-lo) com o curso de major que está realizando em São Paulo.

Entre outras coisas, o comandante orienta para que as pessoas comuniquem seus vizinhos quando forem viajar para que a correspondência (jornais, cartas e revistas) não se acumule. “O volume de correspondência, mostra que a casa está vazia e isso chama a atenção dos marginais que são oportunistas e ficam perambulando pelas ruas da Cidade observando onde podem agir. Quando um cidadão for viajar com sua família deve pedir ao vizinho que recolha sua correspondência”, disse Semensati.

Também é importante, continua o oficial da PM, que quando o vizinho observar a existência de alguém em atitude suspeita em frente de uma casa deve comunicar ? polícia. Ressalta que, geralmente, os marginais entram pela porta dos fundos da residência e uma viatura em patrulhamento pode estar passando em frente desta casa e não perceber o crime.

“O vizinho pode e deve comunicar a polícia, pelo telefone 190, quando perceber pessoas estranhas no quintal ao lado, para que o flagrante seja feito e os marginais sejam presos”, acrescenta Semensati. “Se a pessoa preferir pode se dirigir até a 1º Companhia de Polícia Militar na Rua Major Matheus, na Vila dos Lavradores e comunicar que vai viajar e a casa ficará sozinha por alguns dias”, emenda.

Outro alerta feito pelo comandante é com relação ? s saídas de agências bancárias. Diz que quando uma pessoa fizer um saque deve se precaver e não sair manuseando o dinheiro. Se tiver uma idade mais avançada procurar levar um acompanhante para a realização de suas transações bancárias.

“Não são raros casos em marginais permanecem no interior dos bancos observando o movimento de quem saca dinheiro e busca uma maneira de lesar a vítima, seja com o golpe do bilhete premiado ou do cheque encontrado no chão, ou ainda, arrancar a bolsa das mãos da vítima e sair correndo. Então, todo cuidado é pouco” orienta o capitão da PM. “Depois do crime consumado fica difícil identificar os infratores. É necessário precaução para não facilitar a ação dos marginais e evitar que os crimes aconteçam”, complementa.