Repovoamento de peixes é feito no rio Lavapés

Fotos: Luiz Fernando

 

Pacu, lambari e curimbatá, foram algumas espécies de 12 mil alevinos soltos no rio Lavapés, que corta a região central da Cidade, em comemoração aos 40 anos da Sabesp em Botucatu. A soltura aconteceu na manhã de quinta-feira (27) na Avenida Itália, s/nº, Lavapés, (no antigo campo do Rodoviário Atlético Clube).

Com as obras de saneamento básico da Sabesp, o Lavapés deixou de receber o lançamento de esgoto doméstico e agora está despoluído, reunindo todas as características naturais para o desenvolvimento da fauna aquática de toda espécie.

Os peixes foram colocados na água por crianças da Rede Municipal de Ensino no encontro dos córregos Tijuco Preto e Desbruado com o Lavapés. A festividade contou com a presença do secretário estadual de Meio Ambiente, Rubens Rizek e do deputado estadual Bruno Covas, além do prefeito João Cury e outras autoridades municipais.

A iniciativa teve participação de alunos de escolas da Cidade e Prefeitura de Botucatu, através das secretarias de Meio Ambiente, Turismo e Educação, além do apoio de diversas entidades voluntárias como a ONG SOS Cuesta, Ordem dos Advogados do Brasil – Subsecção de Botucatu (OAB), Conselho Municipal de Defesa do Meio Ambiente de Botucatu (Condema), Tiro de Guerra (TG), Grupo Escoteiro Padre Anchieta (Gepa), Associação Botucatuense de Assistência ao Diabético (ABAD) e Grupo Aventureiros do Túnel.

Durante o evento, o superintendente da Unidade da Sabesp da região, Mário Eduardo Pardini Affonseca anunciou o início do funcionamento do Sistema de Secagem e Compostagem do Lodo da Estação de Tratamento de Esgoto. O novo sistema vai proporcionar que todo o resíduo obtido do tratamento do esgoto doméstico de Botucatu, seja transformado em composto agrícola, ou seja, adubo, com a vantagem de não ser agressivo ao meio ambiente.

“Por meio da otimização do processo de tratamento e da aplicação de novas tecnologias, a Sabesp vem obtendo resultados significativos nas estações de tratamento, com ganhos relativos à redução de custos operacionais de tratamento como transporte e disposição final do lodo em aterros, além de propiciar economia para as empresas e agricultores parceiros e, consequentemente, impacto positivo ao meio ambiente, com a transformação de um dejeto em produto”, explicou Pardini.