Pesquisadores ingleses visitam a Faculdade de Medicina

A Faculdade de Medicina de Botucatu/Unesp (FMB) recebeu pesquisadores da Keele University, da Inglaterra. A delegação, composta por oito especialistas, participou de um workshop em cooperação científica internacional realizado no Instituto de Biotecnologia (IBTEC), no câmpus de Rubião Jr, cuja programação teve rodadas de discussões de linhas de pesquisas e visitas às instalações do próprio Instituto e da FMB (Unidade de Pesquisa Clínica – Upeclin – e Unidade de Pesquisa Experimental – Unipex).

A delegação inglesa foi formada por: Gordon Hamilton, Frederic Tripet, Helen Price, Paul Horrocks, Catherine Merrick, Mark Skidmore,  Divya Chari e Julien Pelletier e após o workshop, foi realizada uma ação que promoveu a interação entre grupos de pesquisa.

“O evento promoveu a interação de grupos de pesquisa nas áreas de doenças tropicais, câncer e biomateriais e, ao final, uma sessão de brainstorming (dinâmica de grupo usada para resolver problemas específicos, desenvolvendo novas ideias e projetos) consolidou parcerias para o envio de projetos de pesquisas de cooperação bilateral com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e agências britânicas”, explicou Deilson Elgui de Oliveira, professor do Departamento de Patologia da FMB.

A vinda dos pesquisadores ingleses se deu por meio da rede de cooperação envolvendo as duas instituições de ensino (Unesp e Keele). Segundo salientou Silke Anna Theresa Weber, presidente do Escritório de Relações Internacionais da FMB,, o contato com universidades estrangeiras de ponta no cenário mundial agrega valores a Unesp e permite troca de informações educacionais, tecnológicas e de pesquisa, além de repercutir o nome e a infraestrutura da Faculdade de Medicina para além da fronteira.

“Recebemos um aluno da keele University para realizar estágio na FMB com grande sucesso, o que proporcionou abertura de parceria já em 2016 com troca de alunos e professores para iniciar discussão sobre educação médica e desenvolvimento de possíveis áreas de pesquisa”, coloca Silke.