Ex-juiz de Botucatu é nomeado conselheiro do CNJ

O juiz de Direito do Tribunal de Justiça de São Paulo Bruno Ronchetti de Castro (na foto ladeado pelos juízes  José Antônio Tedeschi e Josias Martins de Almeida Junior e o prefeito de Botucatu João Cury Neto) e o desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais Carlos Augusto de Barros Levenhagen  foram nomeados conselheiros do Conselho Nacional de Justiça, conforme os decretos presidenciais publicados no Diário Oficial da União (DOU). Antes das nomeações, os magistrados foram sabatinados e as indicações foram validadas por votação no Senado.

O plenário do CNJ é composto 15 membros, sendo nove magistrados, dois membros do Ministério Público, dois advogados e dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada, um indicado pelo Senado e outro pela Câmara. Bruno Ronchetti de Castro, trabalhou como magistrado titular da Vara do Juizado Especial Cível de Botucatu e no ano passado com a posse de Ricardo Lewandowski à presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) foi convidado para fazer parte de sua assessoria.

Ele também trabalhou no 1º Tribunal do Júri de São Paulo, onde esteve por cerca de quatro anos, o juiz presidiu aproximadamente 300 júris populares, alguns de grande repercussão social. “A sua experiência no tribunal do júri será muito importante para as questões disciplinares que nós trazemos aqui”, disse Lewandowski, ressaltando também a experiência acadêmica internacional do magistrado.

Em 2014, o juiz Ronchetti assumiu a função de juiz auxiliar da presidência do CNJ, oportunidade em que desempenhou, dentre outras, as funções de secretário geral adjunto, coordenador de projeto e de Grupo de Trabalho sobre Justiça Restaurativa, membro do Comitê Gestor da Política Nacional de Atenção ao Primeiro Grau de Jurisdição e membro do Comitê Organizador do Fórum Nacional do Poder Judiciário para monitoramento e resolução das demandas de assistência à saúde.

 “O magistrado passou por quase todos os comitês e comissões do CNJ, destaco a sua participação no Comitê Gestor do Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário (Proname) e no projeto de Grupo de Trabalho de Justiça Restaurativa”, disse o ministro.