Escoteiros de Botucatu participam de encontro distrital

Fotos: David Devidé

O Grupo Escoteiro Padre Anchieta de Botucatu participou neste ultimo final de semana o encontro Distrital + 20 que teve como tema a principal a “Sustentabilidade”. Estiveram presentes 9 grupos de 8 cidades que pertence ao Distrito. Evento foi realizado na Fazenda Escola Experimental Agrícola da Unesp, da Cidade de São Manuel.

São eles: grupo de escoteiro “Cristo Rei” de Marília, “Campo Salles” de Barra Bonita, “Bariry” da cidade de Bariri, “Santo Antonio” de Garça, “Ibica re ig”, de Jaú, “Padre Anchieta” de Botucatu, “Tiradentes” e o “Guia Lopes” da cidade de Bauru e o grupo “Paulo Cesar Marcelino” que veio da cidade de Promissão, que é o distrito mais longe com três horas de viagem.

O evento dirigido pelo diretor presidente do 25o Distrito Escoteiro Bauru, Antonio Caetano Simões, contou com um efetivo 200 escoteiros, entre garotos e garotas da tropa e mais 20 pessoas entre pais e voluntários que auxiliaram na cozinha. A abertura solene teve os atos cívicos como o Hino Nacional, canção de Botucatu e hasteamento das bandeiras e flâmulas “Biro” dos grupos escoteiros e logo após os atos começaram as competições e gincanas entre os grupos.

“Tal evento constitui instrumento importante do processo de formação dos jovens sob nossa responsabilidade, no sentido de oferecer a eles a oportunidade de cumprir um dos itens do método educacional aplicado pela União dos Escoteiros do Brasil, qual seja, “aprender fazendo”, bem como reforçar os laços de fraternidade, um dos pilares de sustentação do Movimento Escoteiro”, explica o professor Simões.

Foram realizadas atividades voltadas para os cuidados com o Meio Ambiente, com destaque para a sustentabilidade; daí a sua denominação: Distrital + 20 Sustentabilidade. “Apesar de os cuidados para com o Meio Ambiente ser um dos artigos que constituem a Lei Escoteira – os Escoteiros já se preocupam com o Meio Ambiente há mais de um século, desde sua fundação, em 1907, por Baden-Powell – cuida-se para que as ações de seus membros sejam incorporadas pelos seus semelhantes com os quais convivem”, explica Simões. “Se cada um fizer a parte que lhe cabe poderemos deixar a herança de um mundo melhor para as gerações futuras”, acrescenta.