“Turma” de 1972 do TG se encontra em Botucatu

Esta semana o ex-atirador do Tiro de Guerra de Botucatu Antônio Carlos dos Santos – o Nica, de 61 anos, se encontrou com o ex-sargento Lourival Pereira de 74 anos. Eles serviram juntos na turma de 1972, que tinha no comando geral o tenente Barcellos, delegado da 12ª Delegacia de Serviço Militar do Exército Brasileiro. O encontro aconteceu na sede da 12ª Delegacia, comandada pelo capitão Edson Aparecido Alves.

 “Esse reencontro é muito emocionante, pois não somos apenas companheiros do Tiro de Guerra, mas sim grandes amigos. Estou muito feliz com oportunidade de lembrar dos bons tempos que passamos juntos, tocando e cantando músicas da Jovem Guarda e também dos amigos que já não estão conosco”, afirmou Nica.

O atual capitão da reserva, Lourival Pereira lembra que na época em que entrou no TG estava começando sua vida de adulto, com muitos planos e sonhos. “Seguimos caminhos diferentes, mas alcançamos os nossos objetivos e temos a felicidade de hoje nos reunir para relembrar nossos bons tempos, pois esta época ficou marcada em todos nós”, disse Pereira.

Para o delegado da 12º Delegacia, foi uma honra ver esses homens se reunindo após mais de 40 anos. “Hoje são homens de honra e de caráter e isso consolida a importância do serviço militar, pois todos eles têm orgulho de ter feito parte do Tiro de Guerra. Os novos atiradores devem ter esses homens como exemplos, para serem cidadãos de bem e continuarem sempre unidos, mesmo depois de muitos anos”, observou.

A ideia agora é buscar outros atiradores daquela época para fazer uma confraternização. “Muitos que serviram conosco já não fazem parte dessa vida terrena, mas muitos ainda estão vivos e desenvolvendo diferentes atividades.  Uma confraternização dessa turma  seria emocionante e fomentaria a  amizade do passado. Fico imaginando quantas histórias cada um nós teria para contar”, realça Nica.

 “A confraternização nos daria a oportunidade de relembrar um momento da vida em que estivemos juntos e também conversar sobre a nossa atual vida. Fiquei muito feliz e agora percebo que realmente recordar é viver”, complementou Pereira.