Sesi Botucatu apresenta espetáculo de dança calunga

A Cia Cisne Negro de Dança apresenta o espetáculo de dança Calunga no Sesi Botucatu, dias 30 e 31 de agosto, às 16 horas, uma celebração às culturas populares, livre para todos os públicos. Com coreografia de Rui Moreira, a Cisne Negro exibe seu balé afro-brasileiro, resultado do mergulho histórico e estético nas tradições folclóricas populares. A entrada é gratuita e acontece na Rua Celso Cariola, 60 – Conjunto Habitacional Engenheiro Francisco, com capacidade para 100 lugares e espaço para cadeirantes.

O nome do espetáculo já diz muito sobre o que o espectador verá nos palcos. A calunga é uma boneca de madeira ou cera que representa a nobreza, a ancestralidade e o sincretismo presentes nas manifestações de Maracatu. O trabalho da Cia foi assim batizado por apresentar coreografias elaboradas a partir desse folclore popular.

Durante as danças, os bailarinos retratam o inato talento do seu povo em estabelecer diálogos entre o passado e o presente para construir futuros. O espetáculo, com uma mescla de signos de várias etnias, também poderá ser conferido em outras unidades do Sesi-SP; ao total serão realizadas 34 apresentações em 15 espaços.

Calunga é um dos espetáculos do vasto repertório do grupo, que conta com renomados trabalhos, entre eles: Forrolins, premiado como melhor espetáculo pelo Guia da Folha Online na votação popular 2009; e Vem Dançar, eleito entre os 12 melhores espetáculos pelo Prêmio Teatro da Dança Edição 2008/2009.

 

Histórico

 

Com mais de 35 anos de existência, a Cisne Negro Cia de Dança é inovadora desde sua criação. A diretora artística Hulda Bittencourt propôs uma transformadora união, juntou as alunas do já famoso Estúdio de Ballet Cisne Negro com alguns atletas da Faculdade de Educação Física da Universidade de São Paulo (USP). O resultado é um trabalho rico em espontaneidade, energia, qualidade técnica e maestria artística.  

A companhia trabalha com coreógrafos inovadores e jovens, como Vasco Wellencamp (Portugal), Victor Navarro (Espanha) e Patrick Delcroix (França). Os trabalhos já foram apresentados nas principais cidades do Brasil e em diversos países, como: Inglaterra, Moçambique, Estados Unidos e Alemanha.