Museu do Café aumenta seu acervo com doações

Os visitantes do Museu do Café da Fazenda Lageado podem apreciar mais objetos que foram incorporados ao acervo e já estão expostos, entre eles uma máquina registradora muito utilizada em estabelecimentos comerciais para controle de entrada e saída e dinheiro nas transações comerciais. O equipamento foi doado por Antonio Carlos Praxedes.

Já Maria Creusa Lemes doou para o Museu uma calculadora da marca Olivetti, modelo “Summa prima 20”. Finalmente uma máquina de escrever, marca Olympia, modelo “progress” foi doada por Maria Aparecida Brito do Vale. Todos esses objetos foram doados dentro do projeto “Da Sua Casa para o Nosso Museu” e já estão expostos ao público. O coordenador do Núcleo José Eduardo Candeias enfatiza que “o gesto permitirá aos milhares de visitantes conhecerem um pouco mais da história”.

{n}Visita{/n}

A Escola Professor Francisco Guedelha abriu a programação de visitas agendadas pelo projeto “Lugares de Aprender” referente ao ano de 2014. Um grupo de 15 alunos, acompanhados pelas professoras Neide Scolastrici e Maira Piazza, foram recebidos pelo coordenador do Núcleo que explanou sobre as Fazendas Lageado e Edgardia e sobre o Museu do Café. Em seguida, acompanhados por monitor, os alunos conheceram todo o acervo do Museu.

“Lugares de Aprender” é um projeto institucional da Secretaria de Estado da Educação e coordenado pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação – FDE. O Museu do Café é instituição parceira desde 2009, sendo a primeira instituição de Botucatu a participar. Para este ano estão programadas 15 visitas num total de quase 700 alunos atendidos.

{n}Logomarca{/n}

Candeias revela, ainda, que teve autorização do diretor da Faculdade de Ciências Agronômicas (FCA a providenciar o registro da logomarca utilizada, desde 2005 para divulgar o Museu do Café e a área histórica da Fazenda Lageado. A logomarca apresenta a imagem estilizada do tradicional pontilhão que une o terreiro ao prédio da tulha de beneficiamento, com detalhes do portal de entrada desse importante prédio. Utiliza em sua concepção elementos gráficos identificadores de objeto histórico, como por exemplo, a cor e o tipo das letras e dos traços.

“Importante destacar que essa logomarca foi desenvolvida em 2005, e escolhida após várias propostas apresentadas”, disse Candeias, lembrando que o trabalho é de autoria do arquiteto Guilherme Michelin, responsável pelo projeto “Parque Urbano – Fazenda Lageado”, do Alessandro Winckler, proprietário da empresa TWA – Comunicação Visual e da coordenação do Museu. “O registro é importante para que essa logomarca fique protegida e utilizada para a finalidade a qual foi proposta”, completa Candeias.