Elizabeth Woolley lança CD ‘Infindável’ em Botucatu

Na próxima sexta-feira, a partir das 20h30 a cantora e compositora paulistana Elizabeth Woolley faz show de lançamento do seu segundo CD, Infindável (www.tratore.com.br) em Botucatu. Lançado em 2010, o disco tem recebido ótimas críticas de imprensa.

O show da cantora acontece no Teatro Municipal “Camilo Fernandez Dinucci”, com preço do ingresso a R$ 20,00 (inteira) e R$10,00. Elizabeth será acompanhada por Louise Woolley (piano) e Libero Dietrichkeit (violão e guitarra).

O jornal O Tempo (Belo Horizonte) escreveu que o CD traz uma “MPB de acento pop”, enquanto o Diário do Nordeste salientou que a cantora “une sua voz lírica a uma infinidade de sons e ritmos de maneira autêntica e suave”, opinião que é reforçada pelo jornal A Tarde (Salvador), “Interpretação madura”.

São 11 músicas que formam uma rica diversidade de sons e imagens, da balada romântica ao rap, do r&b ao jazz, do soul a MPB, conduzido pelo lirismo da voz de Elizabeth. Totalmente autoral, o disco traz também uma grande maioria de letras do poeta Atair Santos.

Infindável surpreende ainda pelo fôlego e habilidade da artista em criar uma linguagem própria a partir de ritmos distintos, embalando com sutileza e alegria a trajetória das palavras, densas expressões da nossa alma. O álbum tem produção geral da própria Elizabeth, produção musical e arranjos de Pedro Simão e também arranjos de Tiago Costa.

Paulistana, Elizabeth Woolley é descendente de alemães e ingleses e filha do baixista Pete Wooley (1938-2006). Por influência do pai, que teve grande atuação na música instrumental dos anos 80 e 90, ela começou a estudar música e apurou o gosto pelos clássicos do jazz, com preferência por Bill Evans.

Entre as cantoras, cita Ella Fitzgerald e Donna Summer. Estudou flauta com João Dias Carrasqueira, Mané Silveira e teve aulas de canto com Sira Milani. Lançou o primeiro CD, Guzzi (selo Maritaca/2004), com direção de Mané Silveira, músicas próprias e leituras para canções de Dori Caymmi, Tom Jobim e Cole Porter.

A diferença entre o primeiro CD e Infindável é explicada por Elizabeth: “Esse é mais maduro, mostro um outro lado da vida. Guzzi era um trabalho tímido, sonhador. Infindável é muito mais a minha cara. Eu mesma produzi com o auxílio desses músicos maravilhosos”, diz. Lembra que no repertório constam músicas próprias (como Jasmim) ou em parcerias com Atair Santos (Alguém, Poder e Fama, Infindável, O que há, o que há e Pedaços).