“Os Pholhas” mostram seu maiores sucessos na AAF

“My Mistake”; “Forever”;  “Reflections Of  My Life”; “She Made Me Cry”; e “I Never Did Before”; serão algumas das canções da banda  “Os Pholhas”  que se apresenta em Botucatu no próximo dia 29, no ginásio da Associação Atlética Ferroviária (AAF), com promoção da Rádio Municipalista.

Com 45 anos de carreira e mais de 15 discos gravados os Pholhas se consolidaram desde a década de 1970 como uma das melhores bandas nacionais de rock, com composições próprias ou recriações de sucessos do rock inglês e norte-americano, especialmente de Bee Gees, Creedence Clearwater Revival, Elvis Presley, Rolling Stones e Beatles.

A banda foi criada em 1969 e depois de algumas mudanças ao longo dos anos, a formação do grupo se consolidou com Wagner Bitão Benetti (vocalista e guitarrista), Paulinho Fernandes (baterista) e João Alberto (contrabaixista). Hoje, o grupo conta também com um tecladista freelancer que, em Botucatu, será o músico Elias Simplício.   

 

A banda

A banda foi criada em 1969 com a seguinte formação: Helio Santisteban (teclado), Paulo Fernandes (bateria), Oswaldo Malagutti (baixo) e Wagner “Bitão” Benatti (guitarra), com os quatro se revezando nos vocais. Começaram fazendo covers de bandas dos EUA e Inglaterra e passaram a compor também em inglês.

Seu primeiro LP, “Dead Faces”, lançado em 1972 pela RCA, continha apenas canções em inglês. Um compacto simples extraído desse álbum, com a música  “My Mistake”, chegou ao primeiro lugar das paradas, vendendo 400 mil cópias em apenas três meses.

Em 1975, o álbum de estréia foi lançado no mercado hispânico com o título de “Hojas”, dando ao grupo mais um Disco de Ouro. Já em 1977 o grupo mudou de orientação, lançando o LP  “O Som das Discotheques”, com covers dos principais sucessos do gênero, e chegando a 150 mil cópias vendidas.

Logo em seguida, Hélio Santisteban resolveu seguir carreira solo e em seu lugar entrou Marinho Testoni, ex-Casa das Máquinas. Isso levou a outra mudança no grupo, que lançou um disco de rock progressivo, e pela primeira vez com letras em português. O disco vendeu bem menos que os anteriores, mas tornou-se cult para um segmento de público.

Em 1978, foi Oswaldo Malagutti quem deixou a banda, sendo substituído pelo baixista João Alberto, também ex-“Casa das Máquinas”. Malagutti criou com Santisteban o Estúdio MOSH (acrônimo de seus nomes) e até hoje trabalha com produção e masterização de CDs e DVDs musicais.

Em 1980 Hélio Santisteban retornou ao grupo, que retomou a tradição de cantar e compor em inglês, lançando então o LP “Memories”. Poucos meses depois, com a saída de Marinho, o Pholhas chegou à seguinte formação: Bitão (guitarra), Paulo Fernandes (bateria), Hélio Santisteban (teclados) e João Alberto (baixo).

No final de 2007 Hélio Santisteban deixa definitivamente a banda, a partir de então Bitão, Paulinho e João Alberto resolvem não ter mais um tecladista fixo e sim um tecladista especialmente convidado para cada apresentação. Essa fórmula deu tão certo que virou um atrativo a mais  nos shows e a banda continua apresentando espetáculos em todo o Brasil e exterior.