Matando no Peito, com Zé Airton – 10/12/2016

 

=RECORDANDO – BOTAFOGO 1953=

Seu campinho era lá nos altos da Rua General Telles onde hoje está localizada a garagem do Expresso de Prata; formavam os garotos ali residentes a aguerrida equipe infantil do BOTAFOGO F.C.

Celeiro de craques de onde vários se revelaram para nossas equipes profissionais e outros para o fortíssimo futebol de salão da cidade.

Exatamente 63 anos mais novos podemos observar na foto acima, datada de 21/Nov/1953, nossos amigos e contemporâneos:

Em pé:  SABARÁ;  ACIONE;  ZAIRQUE;  TANCREDO;  TONINHO DELEVEDOVE (i.m.)  e  o  FERRAZ.

            Abaixados:  JOÃO GALINHA;  MÁRIO MESSIAS;  MARTINS;  OLINTO VILAS BOAS  e  o  ADEMARZINHO MESSIAS.

            Grandes ferinhas daquela época…

 

=CONFRATERNIZAÇÃO=

No último domingo (04/DEZ/16), com imensa satisfação, estivemos presente a magnífica FESTA DE FINAL DE ANO organizada e oferecida pela Diretoria do REBOLA aos seus associados, familiares e amigos que juntos formam a FAMÍLIA REBOLENSE…

Salão de Festas e Área Livre completamente lotados: comida sadia e farta preparada com muito esmero pelos cozinheiros de plantão; muita alegria irradiava o semblante dos participantes, fatores que tornaram o evento um gol de placa que ficará marcado para sempre nos anais do Clube… Para um maior entendimento publicamos abaixo algumas fotos enviadas pelo nosso prezado amigo ADEMILSON DINDA, brilhante fotógrafo oficial do evento, podendo ser observados:

Na primeira foto uma visão parcial do salão completamente lotado;
Na segunda um grupo de ativos participantes que abrilhantaram a festa, podendo ser observados da esquerda para a direita: VANESSA – LUCAS – JÉSSICA – ANDRESSA – EUCILÂINE – MILENA – Z.A. – PAULO – VAL e o CARVALHO.

Na terceira foto, agradável presença da Família Igral composta pelo prezado RICARDO, sua digna esposa NEUSA, sua filha Professora ALINE e o neto goleirão GIOVANNI, atleta do futsal menor da A.A.B. e do futebol de Quinta;

Na quarta, um grupo de palmeirenses que aproveitou a ocasião festiva para soltar o grito de Campeão, que estava engasgado há 22 anos, cheirou naftalina no pedaço;

E finalmente na quinta foto, o fabuloso Grupo de Pagode DOCE DELÍRIO que de maneira brilhante se apresentou e animou musicalmente o evento do começo ao fim, parabéns!!!

 

=EPÍLOGO=

Gostaria de apresentar esta MENSAGEM, cujo autor desconheço, a todos que por um motivo ou outro se afastaram de seu grupo, seja ele, familiar, de trabalho, religioso, social, esportivo etc…, ei-la:

“Um membro de um determinado grupo, para o qual prestava serviços freqüentemente, sem nenhum aviso, deixou de participar das atividades.

Algumas semanas depois o líder do grupo resolveu fazer-lhe uma visita. A noite estava muito fria. O líder encontrou o homem em casa sozinho, sentado diante de um reluzente fogo. Supondo o motivo da visita, o homem deu as boas-vindas ao visitante e à seguir conduziu-o a uma grande cadeira que estava próximo da lareira, permanecendo em silêncio. O líder se fez confortável, mas não disse nada. No ambiente de quietude, contemplou a dança das chamas em torno da lenha ardente.

Passados alguns minutos, o líder examinou as brasas, apanhou cuidadosamente uma brasa ardente e deixou-a de lado. Logo após voltou a sentar-se e permaneceu silencioso e imóvel.

O anfitrião prestou a atenção a tudo, fascinado e quieto. A chama da solitária brasa diminuiu gradativamente, houve um brilho momentâneo e seu fogo apagou definitivamente. Logo estava fria e morta.

Nenhuma palavra havia sido proferida desde o cumprimento inicial. O líder, antes de se preparar para sair, recolheu a brasa fria e inoperante e colocou-a novamente na fogueira. Prontamente, a brasa começou a incandescer, uma vez mais com a luz e o calor dos carvões ardentes em torno dela.

Tão logo o líder alcançou a porta para partir, seu anfitrião disse: “OBRIGADO TANTO POR SUA VISITA QUANTO PELO SERMÃO. EM BREVE ESTAREI VOLTANDO AO CONVÍVIO DO GRUPO”.