OUTRO BOM EXEMPLO DE SOLIDARIEDADE DO POVO BOTUCATUENSE

Eis que, mais uma vez, a população botucatuense revela o quanto é importante abraçar uma causa que proporciona benefícios, especialmente, aos irmãos injustiçados socialmente. De novo, a nossa gente fez a diferença numa “empreitada” realizada por algumas pessoas do bem, que visou, unicamente, melhorar a estrutura de uma área destinada ? espera de pacientes, nos dias de consulta, numa entidade de atendimento a pessoas especiais.

Pois bem, prezado leitor, na manhã de sexta-feira, 25 de março, “nóis”, componentes do Grupo de Amigos Voluntários, junto dos colegas da Rádio Municipalista de Botucatu, utilizamos algumas horas do programa “A MARRETA” para convidar os ouvintes a participarem da arrecadação de fundos para a cobertura da nova “sala de espera” da Associação de Pais e Amigos de Pessoas Portadoras de Necessidades Especiais, a nossa sempre acolhedora APAPE.

Claro que não deu outra. O resultado final desse congraçamento generoso ultrapassou todas as expectativas; aliás, todas as vezes em que a conceituada “Rádio do Povo” encabeça campanhas desse tipo, o sucesso é muito mais do que certeiro. Depois de pouco mais de duas horas de “bate papo” com os ouvintes, cerca de R$ 7 mil foram arrecadados.

Evidentemente que a nossa APAPE conseguiu, com as suas últimas parcerias, melhorar um pouco as condições de trabalho do seu quadro de colaboradores (a maioria voluntários), no entanto, muita coisa precisa ser feita por lá, haja vista a grande quantidade de atendimentos nas variadas especialidades (e todos, sem cobrança de qualquer tipo de taxas). Certamente, “nóis”, juntamente com o pessoal da FAMESP, muito particularmente o amigo Professor Doutor Pasqual Barretti, digno Presidente daquela Fundação, continuaremos fazendo a nossa parte.

Impossível não citar alguns lances que marcaram aquela manhã festiva nos estúdios da emissora da “Praça do Bosque”. O primeiro ouvinte (dentre os inúmeros que nos alegraram) a fazer a sua doação foi nada menos do que o Prefeito Municipal João Cury Neto, e, o derradeiro, aquele que encerrou com “chave de ouro” a nossa iniciativa, foi o casal de associados da ASU, moradores da belíssima “Fazenda” Lageado: a simpática senhora Adiléia Ana Rosa Breve e o “churrasqueiro” Mané.

Entre outras maravilhas ocorridas durante o tempo em que permanecemos na “Muni”, receber a visita de uma pessoa humilde, que sempre participa dos eventos filantrópicos realizados por nós e que fez questão de levar a sua doação durante a programação, marcou fortemente o nosso coração. Foi emocionante demais ouvir as palavras ditas pela senhora Maria do Carmo Cesário.

Enfim, de “mãos dadas” e com o coração pulsando bem forte conseguimos atingir os nossos objetivos e, mais ainda, tivemos a confirmação de que Ele, o nosso Pai, sempre avaliza as boas atitudes que tentamos levar adiante nessa nossa estada por este mundo incerto e passageiro.

Parabéns, queridos ouvintes dessa emissora que é, sem sombra de dúvidas, a mola propulsora de todas as ações solidárias que se desenvolvem neste município “pra” lá de acolhedor.

Parabéns, queridos amigos Vanderlei dos Santos, Professor Bahige Fadel, Neder Filho, Vinicius dos Santos, Marcelo Gomes e Wagner “Wawa” Rodrigues por toda a dedicação numa causa dessa grandeza.

De maneira bastante afetiva aproveito esta maravilhosa oportunidade para abraçar algumas pessoas especiais que, há muitos anos, trilham comigo na busca do melhor caminho para se enfrentar os muitos desafios que Deus tem colocado ? nossa frente: Doutor Mário Colombeli, Milton Casquel Monti, Geraldinho da Transportadora Aquário, Fernando Borgatto, Beto Salomão, Mário Degan, Fernando Blasi, Marcos Dalaqua, Junior Colenci, Nei da Lotérica Pé Quente, Fernando Azanha, Donizeti Manzini, Fernando Hossepian, Luiz Rogério Peres, Márcio Roberto dos Santos, Vicente Ferraudo, Juninho Cury, entre outros.

Queridos amigos, tenham absoluta certeza, juntos demos uma enorme contribuição para que um “time” do bem continue, com muito carinho, cuidando de uma imensidão de pessoas, muitas delas, crianças, que no seu cotidiano não encontram outros espaços, senão aquele reservado para, em meio ? muitas dificuldades, tentar recuperar a saúde.