“SE NÃO FOSSE A MULHER, MIMOSA FLOR, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA…”

Desde que ganhei gosto pela arte de “contar causos”, passei a reservar este espaço, em determinadas ocasiões, para homenagear as importantes categorias profissionais pelo seu dia; parabenizar uma entidade pela realização de um evento grandioso; ou mais especialmente, festejar uma data marcante que, por sua grandeza, somente os aplausos não seriam suficientes. Sempre priorizei “falar” com o coração cheio de alegria.

Pois bem, caríssimo leitor, hoje, com o coração leve e solto, quero prestar a minha homenagem a uma das maiores preciosidades existentes neste mundo passageiro: nossas mulheres.

No último dia 8 de março, nós, brasileiros, curtimos com muita vibração as delícias que envolvem a festa do Rei Momo; já, o mundo inteiro se rendeu ? s comemorações do DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

De maneira bastante carinhosa, utilizo, outra vez, um trecho de uma música badaladíssima nos anos 70 (“SE NÃO FOSSE A MULHER, MIMOSA FLOR, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA…”) para saudar todas as mulheres do planeta.
Acho oportuno escolher uma música maravilhosa como esta (MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA FAZ UM HOMEM GEMER SEM SENTIR DOR) escrita por dois compositores do passado (Otavio Batista e Zé Ramalho), cuja composição transformou a cantora Amelinha, uma das expoentes da Jovem Guarda, em sucesso absoluto de vendas de discos naquela época e oferecê-la a todas as mulheres do mundo.

Aliás, essa pintura de melodia retrata a história de vida de um homem violento (Virgulino Ferreira, o Lampião), “dono” incondicional do sertão nordestino e possuidor de um coração cheio de maldade, mas, que acabou se rendendo aos encantos e aos caprichos de uma linda e sedutora mulher (Maria Bonita). Pena que nos dias de hoje os compositores não utilizam a beleza e os mistérios femininos nas suas inspirações.

Eu, que nesta vidinha maravilhosa fui presenteado por Deus com uma mãe admirável (dessas que todos queriam ter); duas irmãs; uma esposa (que, há 41 anos tolera o meu “simpático” bom humor); três filhas lindas; muitas primas, tias e sobrinhas; um “punhado” de amigas especiais e uma netinha que veio fortalecer, ainda mais, essa admiração que tenho pelas mulheres, também curti um dia encantador ao lado dessas relíquias.

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Parabéns, pelo seu dia, Mulher Mimosa Flor. Através da “mimosinha” mais linda da minha vida, a princesinha Ana Clara de Almeida Projante (foto) minha querida netinha, que também transforma meus dias em alegria, cumprimento todas as mulheres do mundo, muito especialmente, essas “guerreiras” brasileiras que, a cada dia que passa, conquistam espaços preciosos em todas as esferas deste país cheio de preconceitos e injusto socialmente.

Nada é mais prazeroso do que aproveitar esta singela homenagem e, mais ainda, este momento mágico onde o meu coração pulsa de encontro ao de cada mulher que vem “fazendo a diferença” nessa minha vida passageira por este mundo incerto, para “matar” saudades e abraçar, em forma de homenagem póstuma, uma mulher linda, maravilhosa e muito mais do que guerreira: minha eterna “mãezona” Tereza de Almeida que hoje mora no céu.

{n}Rubens de Almeida – Alemão
alemao.famesp@gmail.com{/n}