“… SE NÃO FOSSE A MULHER “MIMOSA FLOR”, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA…”

Nesta terça-feira, oito de março, nos quatro cantos deste país abençoado por Deus – afinal, o dito popular (a meu ver, muito verdadeiro) afirma que “Deus é Brasileiro” – infelizmente, “direcionado” por picaretas que se dizem nossos representantes, acontecerão muitas e muitas comemorações.

Nesta data, não só no Brasil, mas, no mundo inteiro, comemora-se o “DIA INTERNACIONAL DA MULHER”. Mulher, essa preciosidade que “chacoalha”, contamina e aprisiona, por completo, o coração de um homem, mas que nem sempre é tratada como uma importante jóia rara que é em nossas vidas. Para os cafajestes que não as reconhecem e as destratam, como diria a estimada amiga Doutora Simone Alves Tuono: cana neles! Neste dia, toda e qualquer comemoração ganha um brilho mais “ousado” e alucinante, mais belo e consistente.

Por sinal, esta celebração me faz recordar, com muita alegria, de um tempo que, infelizmente, ficou para trás, onde tudo era mais puro, ingênuo, encantador e cheio de esperanças; evidentemente que o conceito de charme e o encanto feminino eram mais nobres; as minhas musas eram admiradas e vista com o olhar de quem foi orientado por uma mulher guerreira, que criou, a duras penas, doze filhos, minha saudosa mãe Dona Tereza de Almeida. Com ela aprendi a noção da importância da mulher na vida de um homem. Isso, com certeza, foi a mola “mestra” na sustentação de tudo o que hoje proponho fazer e faço pelo bem DELAS, até porque, ELE, o Protetor de todos “nóis”, me ofertou a chance da construção de uma família composta por várias dessas preciosidades. Neste meu caminho por este mundo passageiro, fui contemplado com, nada menos do que seis “vigias” do meu dia a dia.

Na época o que se ouvia de músicas bonitas em todas as emissoras de rádio do país endeusando as mulheres era algo inacreditável e gostoso de sentir. De cada três, duas, com certeza, enfocava a importância da mulher na vida de um homem. A maior prova disso é o título que utilizo para esta homenagem: “… SE NÃO FOSSE A MULHER “MIMOSA FLOR”, A HISTÓRIA SERIA MENTIROSA…”.

Você, prezado leitor que está me acompanhando, por acaso, lembra-se desta “baita” canção, que “rodou” em todas as emissoras de rádio do país nos anos 70 (Mulher nova, bonita e carinhosa, faz um homem gemer sem sentir dor) de autoria dos compositores Otacílio Batista e Zé Ramalho? Certamente, poucos se lembram.

Essa pintura de música foi uma das mais tocadas na época da Jovem Guarda. Muitíssimo bem interpretada pela talentosa cantora Amelinha (uma “baianinha de ouro”), ela retratava a história de vida de um homem violento (Virgulino Ferreira, o Lampião), “dono” absoluto do sertão nordestino; um “peão” carrancudo, desumano e possuidor de um coração carregado de maldades, mas, que acabou se rendendo aos encantos e aos caprichos de uma linda e sedutora mulher (Maria Bonita). Uma “baita” melodia!

Lamentavelmente, hoje em dia, os tais compositores da MPB (não aqueles de tempos idos) reservam os maiores espaços para coisas banais. Entre “nóis”, existe todo tipo de MCs (MC Leste, Oeste, Norte, Sul e, por aí se vai. Tudo “papagaiada”!). Daí, essa triste realidade que estamos vivendo. Que pena! Com isso, até a nossa maior riqueza, ou melhor, a MULHER “MIMOSA FLOR”, não tem o seu devido valor. Êta Brasil Brasileiro!

Através das duas “mimosinhas” mais lindas da minha vida, as princesinhas Ana Clara e Luna Carolina (foto), minhas queridas netinhas, que, junto da minha outra metade (a Dona Rose) e das minhas outras “pimpolhas” Flávia, Fernanda e Franceli, minhas queridas filhas – que também fazem a alegria dos meus dias – cumprimento todas as mulheres deste “mundão” que, urgentemente, precisamos fazê-lo voltar às origens.  

Parabéns, pelo seu dia, MULHER “MIMOSA FLOR”. Que Ele, o Todo Poderoso esteja ao seu lado, em todos os momentos deste dia festivo e de suma importância para a elevação do nível de consciência de toda a nossa humanidade.

Por fim, abraço carinhosamente uma mulher mais que guerreira que, exatamente, no dia de hoje, festeja mais um ano de vida: minha amiga Ondina Silvia Cotrin.

 

Rubens de Almeida – Alemão – alemao.famesp@gmail.com