A reta final da campanha não deve trazer novidades

A cada dia que passa estou mais saturado com o  sempre mesmos políticos que estão em todas as eleições, fazendo promessas que sabem que nunca irão cumprir.

A nível federal, entre todos os candidatos, inclusive aqueles que não ainda não chegaram  serem traço nas pesquisas, o destaque foi mesmo a candidatura de Marina Silva. A eleição caiu no colo dela como um gato ronronando pedindo carinho e não será nenhuma surpresa se for eleita  nova presidente do Brasil.

Hoje embora empatadas tecnicamente dentro da margem de erros nas pesquisas  a diferença de tempo entre Marina e  Dilma no Horário Eleitoral Gratuito é abismal. Porém no segundo turno, ambas terão tempos iguais. E sabe-se lá que o pode acontecer.  Qualquer uma das duas pode levar.

Já Aécio Neves vem sendo apenas um coadjuvante na campanha e não sabe quem atacar para tentar se livrar do fantasma de sofrer  uma das mais acachapantes derrotas do PSDB em eleições presidenciais. Atira para todos os lados, não acerta ninguém, não emplaca e sucumbe a cada pesquisa divulgada. Nem os tucanos mais otimistas enxergam Neves no segundo turno.

Mas, algumas escorregadelas básicas não faltaram em algumas frases nem passaram despercebidas nas redes sociais.  Vamos a elas:

 

Pastor Everaldo (PSC): “Se eu for eleito o brasileiro não pagará mais impostos, somente o dízimo de 10% dos rendimentos e vou isentar dos impostos todo trabalhador que ganha menos do que R$ 5 mil”

Dilma Roussef (PT): Lamento a campanha absolutamente difamatória que fazem contra mim, dizendo que estou utilizando o nome de Cristo para falar que nem ele me derrotava na eleição. Eu acho isso um absurdo, uma calúnia e uma vilania contra mim. Como vocês sabem que sou cristã, eu jamais usaria o nome de Cristo em vão”.

Marina Silva (PSB): “Hoje, todos nós sabemos que somos finitos como raça. E, além de não saber como lidar com a imprevisibilidade dos fenômenos climáticos, temos pouco tempo para aprender como fazê-lo”

Aécio Neves (PSDB): “O novo somos nós. Porque aqueles que estão no governo envelheceram. E nós temos que mostrar isso para a população brasileira. Farei um governo de mudanças. Se eleito eu for, a minha primeira mudança é ir morar em Brasília”;

Eduardo Jorge (PV): ”Eu não tenho nada com isso!”

Luciana Genro (PSOL): “Vamos fechar os bancos que tanto maltrata a classe trabalhadora deste país com juros absurdos e abolir o capitalismo”

José Maria Eymael (PSDC): “Vou reduzir o número de ministérios hoje existentes e criar os Ministérios da Família e o da Segurança Pública.

Levy Fidelix (PRTB): “Vou transformar o Bolsa Família em salário família, reajustando o valor do benefício para R$ 510,00. Dar uma poupança de quatro salários mínimos (R$ 2.040) para cada recém-nascido e o valor poderá ser resgatado quando o beneficiado completar 21 anos”.

Luiz Costa Pimenta (PCO): “Defendo o direito de qualquer cidadão portar armas e a criação de milícias populares, em substituição à Polícia Militar, como forma de controlar o crime. A população organizada nas comunidades e nos sindicatos tem mais condições que a Polícia Militar de controlar a ação de grupos criminosos