VAI UM “BASEADO” AI MOÇO ?

O deputado Federal Jean Wyllys (PSOL/RJ), é uma das autoridades que luta pela legalização da maconha. O nobre político que chegou a ser eleito melhor deputado de 2013 pelo povo, tem uma extensa lista com argumentos infinitos, que demonstram quão benéficos podem ser os efeitos da liberação da tal droga. Algumas das citações vão desde a diminuição da população carcerária, até o argumento antigo de combate ao traficante. Wyllys, encontra nos adeptos da idéia, sua base eleitoral e está ganhando força na internet.

É interessante observar, como existem pessoas que passam a maior parte do tempo, tentando achar soluções de adaptação aos problemas ao invés de combate-los. Mantendo essa posição, o nobre deputado está literalmente assumindo que é um derrotado e pertence a um governo que admite que perdeu a guerra contra o tráfico.

Drogas devem ser combatidas a qualquer custo. Nunca devem ser tratadas como soluções de problemas sociais. Um usuário de substâncias entorpecentes é um doente mental que precisa de tratamento. Liberando a maconha, se abre automaticamente mais  espaço para que este doente prolongue seu vício e transforme a saúde pública num caos maior do que já é.

O argumento antigo que defende a ideia que, liberando a maconha, se estaria combatendo o traficante é absurdamente sem noção. Como vamos combater o tráfico se outras drogas continuariam sendo proibidas ? No caso, a maconha simplesmente sai de cena, mas fica a Cocaína, LSD, Crack e tantas outras drogas que estão no cotidiano e seus consumos aumentam diariamente.

Mais uma vez deparamos com um parlamentar que ao invés de criar ou lutar por projetos mais consistentes e concretos, se aproveita de um assunto momentâneo e faz média com seu público. Aliás, para quem não sabe Jean Wyllys participou de uma das edições do Big Brother Brasil e sejamos francos. Que nível social e moral podemos esperar de um ex Brother ?

Nobre deputado Jean Wyllys. O senhor e os defensores que pedem a liberação da maconha, são uma vergonha nacional. Vocês desrespeitam as famílias brasileiras com idéias ofensivas deste nível. Como pai, me sinto envergonhado e enojado de saber que vivo num país, onde o poder público e alguns membros da sociedade ao invés de tentar banir o mal, passa a mão na cabeça e defende suas raízes. O Brasil não precisa de uma juventude maconheira, bêbada ou fumante. Precisamos de jovens estudados, diplomados e nível cultural elevado, para termos condições de educar nossos filhos e verdadeiramente lutar por um país melhor.

Por fim, aqueles que tentam argumentar que em países de primeiro mundo a tal droga é liberada, é bom deixar claro que na Holanda, por exemplo, os índices de criminalidade são baixíssimos, as prisões obsoletas e o trânsito é extremamente educado, com poucas mortes. Literalmente não dá para comparar uma cultura com outra.

Fica aqui meu protesto contra este absurdo que é liberar algo, que por si só, é a porta de entrada para a desgraça. E esta porta está sendo aberta por pessoas execráveis, como um deputado metido a intelectual que tem uma ideia absurdamente tola, para um problema social gravíssimo.