TUDO SOBRE A BÍBLIA Nº 46

Shalom Aleichem (A Paz esteja Contigo)!

Prossigamos em Gênesis 2:10 – “E saía um rio do Éden para regar o jardim e dali se dividia e se tornava em quatro braços.” [Bíblia Sagrada – ARC/ CPP]
É uma tarde de final de semana após o término do horário de verão e estamos com um calor maravilhoso, ainda que em cima da serra. Na serra de Botucatu onde nos encontramos em um passado remoto foi habitação de indígenas e estes costumeiramente em uma forma primitiva de adoração criam e cultuavam diversas divindades na mata sendo pagãos; onde criam nas divindades da natureza e nos espíritos dos antepassados – um tipo de animismo. Na serra é comum vermos várias nascentes e temos um aqüífero subterrâneo. As águas cortam a nossa serra. Agora vamos nos reportar ao registro de Tutmósis. Segundo as Escrituras saía um rio da região chamada Éden, onde o Deus Único e Verdadeiro tinha plantado um jardim e colocado o Homem para zelar do mesmo administrando as obras do criador com grande responsabilidade e autoridade. Deus plantou duas árvores distintas nesse jardim – uma da ciência do bem e do mal e outra da vida. Esse jardim não era fértil por si só como podemos observar, era necessária uma fonte de vida geradora, a qual nós chamamos água. Nosso H2O é uma dádiva de Deus e não uma divindade geradora de vida. O paganismo por milênios combatido veementemente pelos cristãos independente de serem católicos e posteriormente evangélicos os maiores combatentes; estão voltando a surgir em nossa sociedade atual. A benção de Deus na geração da vida e na realização da felicidade não pode ser confundida com os espíritos que segundo a Bíblia são rebeldes as determinações de Deus e foram expulsos das regiões celestiais. O Deus Único Pai de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é o único Deus Verdadeiro; ainda que filosofias venham querer colocá-lo a prova, ou ainda, crenças diferenciadas venham arrogar uma maior veracidade e divindade. As divindades pagãs foram perseguidas pela igreja por séculos e hoje vemos o nosso mundo secular povoado pelas mesmas como se sempre tivem feito parte de nosso dia a dia. As águas deram vida ao jardim de Deus, mas isso não tinha e nunca terá o propósito de assumir o lugar de Deus. Sua natureza é benção para a humanidade e não deve servir de astucia e cilada espiritual; dando margem os divergentes entendimentos com respeito aos diversos panteões da antiguidade; onde muitos têm procurado ressuscitar e dar-lhes força.

Dr. PR. MURILO MENDES MACIEL
TEÓLOGO – OTIB Nº44
pr.murilomaciel@gmail.com