TUDO SOBRE A BÍBLIA – nº6

Estamos no Ano do Senhor de Dois Mil e Dez.

E a nossa historia diária é escrita a cada instante que passamos durante a viração do dia, como falava o grande Rei Sábio hebreu, Salomão.

Moisés é uma figura polêmica para alguns, sendo até dito por alguns estudiosos que ele (Moisés) não teria existido.

Para um especialista afirmar a não existência de um Legislador como Moisés é algo complicado principalmente por mexer com milênios de história religiosa envolvendo vários povos, culturas e crenças.

Pesquisando em nossa rede virtual encontramos milhares de informações – umas corretas outras errôneas.

Vasculhando a história antiga encontramos a menção sobre a transferência de comando entre uma dinastia egípcia e outra; e a necessidade de um herdeiro para o Faraó sendo necessário um filho adotivo e o próximo soberano após esse período é Tutmósis I. Notemos a semelhança do relato Bíblico entre a adoção de Moisés pela nobreza egípcia e a alusão do seu nome associado ao seu resgato das águas do Nilo.

O nome real de Moisés dado por sua Mãe egípcia chamada Termutis princesa do Egito foi como era o costume em reverencia ao deus protetor – nesse caso Tot e mosé, retirado. Temos então salvo pelo deus Tot, por isso a princesa o chamou Tutmósis. Como não chegou a assumir o trono não recebeu a titularidade I, II, II, etc.

Se tentarmos encontrar com precisão de dada um hebreu chamado Moisés que liderou os judeus na saída do Egito, o nosso Êxodo; com grande chance não vamos encontrar nenhuma referencia.

Mas se levarmos em consideração que a história egípcia na transição das dinastias faz alusão a “Tutmósis” e quem assume o trono é Tutmósis I.

Temos então a correta idéia de existiu sim um adotivo da corte egípcia que chegou a defender o exército de Faraó como general vencendo o exército da Etiópia.

O Historiado Flávius Joséfus em sua obra Antiguidades Judaicas registra o episódio da vitória sobre os etíopes.

Os registros antigos dos livros eram feitos em letras UNCIAIS ou maiúsculas; e MINÚSCULAS.

Os registros cuneiformes eram cunhados em forma de cunha na pedra ou em tabletes de argila ou ainda em tabuínhas de madeira.

A língua falada por Cristo em sua época era o “Aramaico” e a sua escrita é parecida com o Árabe.

A língua sagrada usada nos templos judaicos e na sinagoga era o “Hebraico” e a sua escrita era uma escrita UNCIAL QUADRATICA.

Pr. Murilo Mendes Maciel
Teólogo – OTIB nº44
macielmurilo@bol.com.br