Tempo

Me sinto muito feliz em saber que vocês doam um pouco do seu tempo, para ler minhas idéias malucas de alegria, de vida e de paz…

Poderia reclamar do tempo escasso, mas muita gente já faz isso, não?

Poderia reclamar que não tenho argumentos, mas também esta é muito batida.

Sei muito bem dos percalços que temos em nosso caminhar diário, e como sei!

Sei também que muitas vezes deixamos de lado o essencial para viver o supérfluo, o fugaz, para nós, urgente. Mas nem sempre nosso urgente é o melhor para nós e nem para aqueles que estão ao nosso lado e nos amam e, diga-se de passagem, nos amar é coisa de gente santa e boa, né? Pois, por muitas vezes, nem nós nos amamos como deveríamos amar. Ou amamos demais e acabamos por machucar aqueles que suportam nossas neuroses.

Mas falemos do tempo…

Há tempo para amar e tempo para deixar ser amado.

Tempo de sorrir e tempo de fazer alguém sorrir.

Tempo de abraçar e tempo de deixar-se abraçar.

Tempo de corrigir e tempo de ser corrigido.

Tempo de dar tempo e tempo de fazer o tempo acontecer.

Como podemos notar, pela inteligência que temos o tempo quem faz e lhe dá notoriedade somos nós mesmos.

Quanto tempo ainda temos?

Quanto ainda poderemos fazer para que o mundo seja melhor?

Será que vamos esperar pelos outros?Para que outros façam aquilo que pertence e tem nossa incumbência?

Pertence a nós agir sem esperar que outros ocupem nosso espaço que só pertence à nossa matéria.

Nada de esmorecer diante daquilo que temos que fazer.

Não deixe para amanhã aquilo que tem que fazer hoje, pois não se sabe se terá um amanhã.

Não deixe passar o segundo atual, pois ele não existirá mais.

Abrace o tempo a seu tempo.

Ocupe seu tempo com a garantia de que ele será sempre o último.

 

Com um beijo de Jesus, pelos lábios de Maria, em seu coração:

Pe. DelairCuerva.