Parece que estamos perdendo o controle

Estes dias vivi algo inédito em minha vida e me surpreendi mais uma vez comigo e com as pessoas objetos do evento… É… A gente se surpreende cada dia mais conosco mesmos e com as coisas e pessoas ao nosso derredor…

Como é difícil a gente conhecer a gente mesmo e as pessoas com quem convivemos ou passamos pouco ou muito tempo juntos, não é mesmo? O mundo nos reserva cada show que não se dá para entender muitas vezes…

Fico perplexo com as ações e com as reações que aparecem em nosso caminhar…

Muitas vezes parecemos querer explodir ou “tapar o sol com a peneira” diante de nossa vida ou acobertar algo que aconteceu com um acontecimento novo… Sei lá… Somos “craques” em artimanhas para nós mesmos e para aqueles que não nos aprazem… Acho incrível que, quando não gostamos de alguém até nos unimos a outra pessoa que gostamos menos para “detonar” uma terceira que não agrada aos dois e depois voltamos a “ficar de mal”.

Nos revezes da vida somos tão ingratos com as bênçãos que recebemos e terminamos por não fazer o bem que deveríamos, mas fazemos o mal que nunca deveríamos ter iniciado…

O mundo vai rodando freneticamente e nos deparamos com tantas situações adversas que não estamos dando conta de resolver e parece que estamos perdendo o controle sobre nós mesmos sempre apontando para os outros sem sentir que um só dedo vai para o ser apontado e que sobram três para nós e mais um que, supostamente, vai para o Criador.

Levantamos nossos braços até para invocar o nome Dele em prol de nossos devaneios e achamos que este “clamor” será ouvido, mas não obedecemos aquilo que vai dentro em nós e que realmente Ele nos impulsiona a fazer e continuamos com nossas hipocrisias e moralismos baixos e medonhos a fazer aquilo que queremos, como queremos e onde e com quem queremos… Desde que seja feita a nossa vontade sem questionar se aquilo é vontade divina ou humana.

É… O mundo, como gosto de salientar sempre, tem que rodear nosso umbigo senão nunca estaremos satisfeitos.

Porque será que somos ávidos em cobrar e tranquilos e serenos em pagar nossa dívida com a sociedade em que vivemos?

Porque será que somos inadimplentes em nossas dívidas sociais e comunitárias e tão perfeitos em nossas cobranças naquilo que tange ao que queremos e como queremos?

Temos que despertar em nós aquele gigante adormecido que quer amar, amar e amar, mas nos deparamos com uma barreira grande demais diante de nossos olhos: nós mesmos! Nossos egoísmos e moralismos que querem suplantar aquilo que somos, fazemos ou temos vontade de fazer ou ser.

Bem, com um beijo de Jesus, pelos lábios de Maria e no abraço de José fica aqui a vontade de crescermos em sermos felizes, mas sem fazer a ninguém triste.

Eu…

Pe. DelairCuerva, fmdp

 

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