O pessimista sempre traz com ele a infelicidade

Era uma vez um comerciante amador que prosperava vendendo lanches rápidos em uma rua sossegada perto de uma estrada de grande movimento. Seus salgadinhos passaram a ser tão disputados que as instalações, com o tempo, se tornaram pequenas para atender à demanda crescente.

Então, ele começou a investir em novas dependências, mais amplas, modernas e mais próximas da estrada, além de instalar letreiros e avisos luminosos em pontos estratégicos. Seu filho, pós – graduado em Economia e Administração de Empresas numa universidade americana, um dia foi visitá-lo. Quando viu o pai eufórico e cheio de planos, ficou apavorado:

– Pai, você não sabe que estamos prestes a atravessar uma crise, um período duramente recessivo? Enquanto todos estão se retraindo, você ai esbanjando dinheiro? Isso é loucura!


O pai ficou assustado e terrivelmente deprimido. Cancelou a ampliação das instalações, passou a trabalhar com matéria- prima mais barata e suprimiu alguns ingredientes dos produtos, para reduzir custos.

Logo surgiram reclamações, até então inexistentes, e começou a haver uma gradual perda de clientes, que migraram, naturalmente, para o concorrente mais próximo. O negócio foi indo por água abaixo, até que fechou. E o comerciante pensou: “Meu filho tinha razão com relação à crise! Não foi a toa que ele se fez doutor numa das melhores escolas…”.

Veja como o pessimista é desastroso e sempre traz com ele a infelicidade. Claro que momentos difíceis sempre existirão. Mas devemos ser menos pessimistas e mais empreendedores, tentando transformar problemas em oportunidades.