Copas nossas de cada dia…

Copa…

Mundo…

Euforia…

Alegria…

Esperança…

Tudo isso é o que se vive neste período de esportes.

Quantas loucuras se fazem neste tempo, nestes momentos de copa.

Uma coisa não vejo em nosso povo, e eu faço parte dele, com muito orgulho, é o saber enfrentar as copas de cada dia, pois somos muito brasileiros em período de copa e não o somos mediante a cobrança de nossos direitos e na vivência de nossos deveres.

Vendo as fatalidades que ocorrem em nossas enchentes ou “cheias” de rios que levam centenas de pessoas ? morte ou de milhares de desabrigados eu pude notar que as “cheias” levavam consigo também muito lixo que jogamos em nossa natureza.

Gosto e não gosto de lembrar aquela frase de algum pensador que não sei o nome: “Deus perdoa sempre, o homem ? s vezes e a natureza nunca”. E isso é uma grande verdade, pois não cuidamos do futuro e, muitas vezes, no presente nos deparamos com o retorno daquilo que não fazemos ou que fazemos de mal.

Gosto de lembrar também outra frase popular que diz: “o mundo é uma bola” e isso me lembra que um dia podemos estar em cima, mas noutro poderemos estar embaixo e aí é que a “porca vai torcer o rabo”, “focinho de porco vira tomada” e “a vaca vai pro brejo”.

É… São frases populares assim que nos deveriam levar a pensar em nossas atitudes, senão arriscamos a ter conseqüências trágicas em nosso dia a dia.

Correr atrás do prejuízo é bom, mas desde que se tenha condições de consertá-lo ou que se possa não ter o trabalho de consertar, pois não o fazemos por pensar antes de agir.

Gosto de lembrar sempre de meu Patrão (JC). Ele sempre, antes de fazer qualquer coisa, se colocava em meditação para fazer o melhor e estar em verdadeiras condições de ação. Creio que Ele que é a total sapiência venha nos ensinar que devemos aprender a ponderar antes de agir.

Quantas e quantas vezes devemos parar para pensar antes de agir?

Quantas e quantas vezes devemos aprender a deixar de agir na impetuosidade de nossos afãs?

Temos que aprender com nossa vida e, em meio a meus poucos 46 anos, aprendi e muito a pensar, mas ainda tenho muito a percorrer para aprender a ser um pouquinho melhor.

Na certeza da busca constante de cada dia:

Pe. Delair Cuerva.

*** Até a próxima!