A Palavra de Deus

Neste mês de setembro a Igreja lembra o mês da Sagrada Palavra onde Deus inspira corações e homens a emprestar suas letras e escritas para passar ao papel aquilo que brota do coração Dele.

Deus tem sempre algo a falar conosco por meio de Suas palavras, de Suas provas incontestáveis de amor pela humanidade. Ele traz a nós sempre algo novo, mesmo que seja diante de algo velho que nós alimentamos no fundo de nosso peito.

A Palavra de Deus é sempre algo novo e eficaz.

É “como chuva que molha” a terra ressequida de nosso coração… É sempre nova mesmo que velhos estejamos em nossas ações e entregues aos marasmos que destroem nossa vida.

Ter a Palavra de Deus ao nosso alcance deveria ser uma benção buscada e lida todos os dias e em todos os momentos de nossa existência.

Gosto de uma frase que li uma vez: “A Bíblia fechada e colocada numa estante ou aberta como enfeite será sempre apenas mais um livro, mas aberta e lida será a boca de Deus a falar”.

Não podemos ter a Palavra de Deus apenas como um adereço que colocamos de enfeite em nossas vidas ou só para dizer que cremos no eterno, mas temos que ter a Palavra como o cerne de nossas vidas, onde buscamos e encontramos aquilo que mais precisamos para encontrar a afamada felicidade. Onde podemos ver claramente que não estamos sozinhos e nem tão pouco estaremos, pois Ele se faz presente a cada instante e tendo a Palavra certa na hora certa e do jeito certo a nos ensinar e orientar para que não paremos no caminho.

Ler a Palavra de Deus deveria ser o nosso ideal mais claro e evidente.

Gosto de lembrar os livros da Sagrada Palavra a nos ensinar a viver a verdadeira fé… Seus livros a nos ensinar a demonstrar em quem e como cremos… Em cada livro dos seus 73 vem nos dar lições de fortaleza e graça; desde o primeiro ao último Deus vai nos dando inspirações e verdades absolutas para podermos seguir avante..

Nos cinco primeiros livros vemos como, de acordo com a tradição, Moisés vai ensinando o povo a manter sua fidelidade ao Deus da vida e esta coletânea chamasse Pentateuco, ou para os judeus, a Torá.

Depois vêm os 16 livros chamados históricos onde se demonstra a ação de Deus em meio a seu povo; ação essa que mostra um Deus que não deixa sua criação nunca; mas se faz presente auxiliando e mostrando caminhos através de pessoas escolhidas.

Seguem-se os sete livros chamados sapienciais que dão inspiração a entender os desejos de Deus a partir do desejo do ser humano; um Deus que não invade, mas que quer ser amado e um homem que ama e pode amar.

Encontramos depois os dezoito livros chamados proféticos onde seres humanos anunciam que Deus não abandonou seu povo, mas o quer de volta através de suas palavras colocadas na boca e no coração de seus enviados.

Por fim chegamos aos livros do Novo Testamento com seus vinte e sete livros a trazer a presença de Nosso Redentor que vem e morre a nos ensinar que o verdadeiro amor se dá por inteiro e sem reservas ou medidas.

Então podemos dizer que é uma verdadeira biblioteca que está em nossas mãos para deliciar nossos ouvidos e ego ao saber de um Deus que manifesta seu desejo de, além de criar, alimentar e amar seu povo até o fim, mesmo que seja o fim de seu próprio e único filho.

Só para terminar digo: leia a Bíblia todo dia, mesmo que seja apenas um versículo, pois assim saberá sempre o caminho certo a seguir, pois com Ele a gente nunca erra.

Com um beijo de Jesus, pelos lábios de Maria, em seu coração:

{n}Pe. Delair Cuerva.

PS: Não se esqueça de espalhar por aí que a Fraternidade Missionária da Divina Providência está na Webtv todas as noites de 20h00 ? s 00h00 pelo nosso site: www.asfa.com.br/tv{/n}