Museu do Café implanta urna para doações voluntárias

 

Museu_Cafe_Abr_15-100 (Copy)O Museu do Café está completando 10 anos de atividades nesse modelo que foi implantando em 2006, pelo projeto denominado “Revitalização de Uso da Área Histórica da Fazenda Lageado”, baseado no trabalho de conclusão de curso do arquiteto botucatuense Guilherme A. Michelin, denominado “Parque Urbano – Fazenda Lageado”.

Durante esse período os dados do Museu impressionam, tornando o espaço a principal referência regional no tocante a preservação da história, divulgação da cultura e estímulo ao turismo. Ocorre que, durante esses anos, quase a totalidade dos eventos realizados pelo Museu foram feitos graças ao apoio de empresas parceiras.

Algumas dessas empresas são apoiadores desde 2006, e se tornaram “Empresas Amigas da Fazenda Lageado”, título concedido anualmente e já reconhecido na cidade pela parceria que demonstra a preocupação social dessas empresas.

Durante esse tempo surgiram várias sugestões para fazer frente ? s despesas básicas de manutenção e realização de eventos. Alguns sugeriam a cobrança de valor simbólico, outros, na maioria turistas, alegavam que todo atrativo que não cobra não tem obrigação de oferecer nada, pois, não tem contrapartida, o que, felizmente não é o caso do Museu do Café.

Outros ainda sugeriam a implantação do sistema muito comum em várias instituições no Brasil e no exterior de colaboração voluntária do visitante. Assim, após analisar as várias alternativas apresentadas e buscando evitar qualquer tipo de limitação ? visitação, a Coordenadoria houve por bem encaminhar ao Diretor da FCA e ter aprovado, o pedido de autorização para implantação de uma urna para que os visitantes ofereçam suas doações.

Importante frisar que essa experiência está sendo implantada de forma experimental e que, como está bem claro no material de divulgação, a contribuição é espontânea, voluntária e livre. O que se espera é que, ao final da visita, na sala do café o visitante retribua a visita na medida em que ela o sensibilizou e o fez “voltar no tempo” conforme apregoa o slogan do Museu do Café. A Coordenadoria, desde já, agradece a colaboração dos visitantes.