Botucatu leva a campanha contra queimadas às crianças

Fotos: Valéria Cuter

 

Esta semana o coordenadre de Defesa Civil Paulo Renato da Silva e os secretários de Meio Ambiente Perseu Mariani e da Saúde , Claudio Lucas Miranda, além da Patrulha Ambiental da Guarda Civil Municipal (GCM) com os agentes Carlos e Amâncio, estiveram visitando as escolas e unidades de saúde da Cidade para explicar aos alunos o significado da campanha contra as queimadas que este sendo realizada no Município com o slogan:  “Queimada: Apague essa Ideia!”

A campanha visa orientar as crianças que além de ser crime ambiental a queimada pode gerar problemas graves de saúde e cresce no inverno, com a temperatura mais baixa, ventos mais fortes e o clima seco, com menor volume de chuva que tornam o ambiente propício ao surgimento de um maior número de focos de incêndio.

“Estamos desenvolvendo um trabalho junto às escolas distribuindo uma cartilha de Defesa Civil voltada às crianças. Nela estão contidas várias situações emergenciais como queimadas, enchentes, desmoronamento, entre outros. Como estamos em uma época onde as queimadas ocorrem com mais freqüência tendo em andamento uma grande campanha de conscientização, buscamos levar orientações às crianças sobre os perigos que a queimada representa”, explica o coordenador de Defesa Civil.

Paulo Renato também realça que a campanha contras as queimadas está sendo levada a outras instituições como pronto socorros, postos de saúde, creches, secretarias, entre outros. “Por este motivo a campanha busca conscientizar a população sobre os prejuízos gerados pela queimada com o intuito de minimizar esse tipo de ação. Quanto mais essa campanha contra as queimadas for difundida, menos chances teremos de registro de acidentes”, coloca Paulo Renato.

Lembra que a campanha vai até agosto. “Estaremos fazendo bloqueios educativos nas ruas, orientações nas áreas de maior incidência de queimadas e atividades junto os alunos de nossas escolas. Temos que manter acesa a ideia de que praticar queimada é um crime contra nós mesmos, um risco ao meio ambiente e à vida humana. Por isso é preciso que a população denuncie para que possamos atuar de forma preventiva”, conclui.