11ª edição da Festa do Milho termina neste final de semana

Moradores de Botucatu e demais cidades da região terão apenas este final de semana para comparecer ? 11º edição da Festa do Milho que está sendo realizada no pátio externo coberto da igreja Nossa Senhora Menina, na Vila Maria. “Quem não comparecer agora terá que esperar nossa “Safrinha de São João” no meio do ano”, comentou o padre Orestes Gomes Filho, coordenador geral da festa.

A festa segue o cronograma estabelecido de ser realizada em três finais de semana diferentes e já aconteceu dias 02 e 03 e 09 e 10 e se encerra dias 16 e 17. Até agora foram consumidas 30 toneladas de milho e a previsão do padre Orestes é atingir 45 toneladas, ou seja, 15 toneladas por cada final de semana.

“Até agora a festa atendeu nossas expectativas. Isso em razão das pessoas que estão nos ajudando no patrocínio e divulgação e, principalmente, da comunidade de Vila Maria que se envolve e não mede esforços na preparação dos produtos que são comercializados e no atendimento a quem nos visita”, elogiou o pároco da Vila Maria.

Coordenador da festa nunca deixa de lembrar que tudo que é comercializado na festa é de primeira qualidade. Até o milho usado é plantado em uma área arrendada em Pardinho, especialmente para atender as necessidades do evento. A plantação é feita no final do ano, para ser colhida depois de 100 dias.

“Fabricamos os produtos aqui mesmo no pátio da igreja e todos os visitantes podem acompanhar de perto como (os produtos) são feitos e embalados. Temos aqui curau, pamonha, bolo, sorvete, suco, pão, pastel, pizza, milho assado, milho cozido, sopa, entre outros”, disse o padre. “Os visitantes têm um espaço de mais de 1.800 metros de área coberta para confraternizar com a família”, completa.

Nunca é demais lembrar que para realizar a festa em três finais de semana consecutivos, padre Orestes conta com a colaboração de 200 pessoas voluntárias, que trabalham nas barracas e na confecção dos produtos para a venda, como uma verdadeira linha de produção, onde cada pessoa tem a sua participação desde quando o milho chega da roça para ser descascado até a venda direta ao consumidor.

“São pessoas abnegadas que nos ajudam todos os anos e sem elas nossa festa inexistiria. Por causa dessa colaboração é que conseguimos fazer um evento como este”, elogiou o sacerdote, lembrando que no próximo final de semana a festa mantém os mesmos horários para recepcionar o público: sábado a partir das 16 horas e domingo a partir das 10 horas.

Fotos: Valéria Cuter